quinta-feira, 27 de novembro de 2008

De cervejas e direitos

O clima na FGV está tenso. Fim de semestre, provas finais, e agora mais esta: a professora Maria Tereza, recentemente agraciada com a diretoria da quarta melhor instituição de ensino do País (cansamos de ver isso no site da GV...), agora quer proibir a comercialização de cervejas no DA. Como bem sabe a MT, essa novela já foi vista antes por aqui: logo após a fatídica “Giovanna das fotos”, há alguns anos, a diretoria da EAESP proibiu a venda de cervejas no 1º andar. A gestão M/12 comprou a briga e reconquistou a permissão para que fossem comercializadas cervejas no DA.

Mas agora temos MT, vulgo Dama de Ferro, impondo num momento “conveniente” uma proibição que altera de forma substancial os hábitos dos alunos da Fundação. Certamente a MT aproveitou-se da passividade dos alunos para impor “a Ordem” tal qual por ela idealizada.
A Gazeta Vargas imputou a si mesma o dever de no mínimo questionar essa medida autoritária, própria talvez daquele homem cujo nome estampar-se-á nos diplomas de todos os formados por esta Casa. Assim, este blog visa a debater se, afinal: nós e nossos colegas somos adultos o suficiente para que tenhamos o direito de nos alcoolizar dentro da faculdade? A diretora da EAESP agiu com retidão e segundo os valores excelsos da democracia conquistada com muito sangue e suor neste nosso País?

Para a segunda questão, a Gazeta responde que “não”. Quanto à primeira questão, está aberta a um incendiado debate. Queremos a opinião de nossos leitores, e postaremos as opiniões dos nossos membros.

Equipe Gazeta Vargas

4 comentários:

Anônimo disse...

Ato Consumado!

Anônimo disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Anônimo disse...

"Dama de Ferro" huahuae
O consumo de cerveja, ao contrário do consumo de cigarro, é feita apenas no âmbito do próprio consumidor.
Isso, é claro, se desconsiderarmos as relações. Mas bêbado não é problema se for excluído. Logo, não afeta o outro até o momento de interação e logo depois dele. Esse momento de interação é tão relevante a ponto de proibir-se o consumo?

Unknown disse...
Este comentário foi removido pelo autor.